É missão do Festival Anual de Teatro Académico, desde a sua primeira edição, promover e divulgar o Teatro Universitário português, garantindo-lhe um lugar de honra na vida cultural portuguesa.
O Teatro Universitário, desenvolvido no âmbito das instituições de Ensino Superior é, sem dúvida, uma das atividades extracurriculares estudantis de maior significado sociocultural e histórico no meio universitário português.
De 10 a 19 de maio, o FATAL apresenta cerca de 20 espetáculos, distribuídos por três categorias. Em Competição apresentar-se-ão espetáculos selecionados por um grupo de especialistas. Teremos Mais Fatal com espetáculos de grande qualidade que não integrarão a competição. O Fatal Convida grupos internacionais que contribuem para a diversidade do festival.
Mais uma edição, mais um ano em que o FATAL coloca a ULisboa e a capital na rota dos grandes festivais europeus de teatro universitário.
Distingue o melhor peça apresentada
Ao grupo vencedor é também atribuído um troféu, uma escultura criada por Ricardo Manso que se estrutura a partir das dualidades acor/personagem, palco/plateia, real/fictício, evocando a elevada rotatividade dos seus elementos e dos próprios membros dos grupos de teatro universitário, mas cujo trabalho está apoiado, contudo, no contexto sólido das instituições (cidade, universidade) – a cadeira na cidade e na universidade.
Consagra, anualmente, o espetáculo mais inovador
Ao grupo mais inovador e criativo, é ainda atribuída uma escultura criada por Catarina Alves que evoca a fragilidade, o risco e a instabilidade do teatro universitário e de toda a criação artística, as quais, pela sua própria natureza, proporcionam as condições ideias à inovação e à elevação da qualidade da obra – a cadeira fatal.
O júri do FATAL 2018 é composto por Anick Bilreiro, em representação da Câmara Municipal de Lisboa, Jorge Lucas, em representação da Fundação Calouste Gulbenkian, Paulo Morais em representação do Instituto Politécnico de Lisboa, Teresa Faria, em representação do Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da ULisboa e por Márcia Breia, atriz portuguesa de renome.
REGULAMENTO ATRIBUIÇÃO DE PRÉMIOS E MENÇÕES HONROSAS ATA DE DELIBERAÇÃO
O Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra (TEUC) foi fundado em 1938. Em 2018 comemora 80 anos de vida e é o grupo de Teatro Académico, em atividade contínua, mais antigo da Europa.
Mas o TEUC é muito mais do que um número bonito e redondo. É uma escola de atores, encenadores, formadores, diretores, cenógrafos, figurinistas, técnicos de luz e som. É um lugar onde, além de artistas, se formam pessoas para o mundo.
Desde o primeiro dia que o TEUC se caracteriza pela vontade dos jovens, pela sua inovação e empreendedorismo. No passado, nomeadamente durante o período do Estado Novo, foi um centro de resistência a todas as forças que tentaram limitar a criatividade e a criação artística, em todas as suas vertentes.
Lutou pela Liberdade e, quando ela chegou, não mais baixou os braços. Muito pelo contrário. Fez dela a sua essência, cresceu e tem vindo a florescer naquilo que é hoje: um local de experimentação e aprendizagem, de expressão de sonhos e vontades de denominador comum.
Por tudo isto, na sua 19.ª edição, O FATAL presta ao TEUC uma mais do que merecida homenagem.
Este inquérito destina-se a recolher alguns dados estatísticos.
Não demora mais de 3 minutos a preencher.
Agradecemos desde já a sua disponibilidade.
com Bruno Schiappa
15 e 17 de maio de 2018 | 14h00 às 18h00
A memória dos sentidos é a base do trabalho sobre O Método, de Lee Strasberb, e é utilizada por performers de várias disciplinas artísticas. Este workshop estimula o (re)conhecimento dessa memória, através de uma estimulação específica, que permitirá aos participantes fazerem escolhas pessoais para os seus processos criativos.

com Sílvia Raposo
10 e 11 de maio de 2018 | 14h00 às 17h00
A dramaturgia, na contemporaneidade, já não é somente uma disciplina de âmbito teórico onde se aprende a identificar e analisar modelos de dramaturgia escrita ou mesmo a compor e rescrever textos dramáticos, mas uma prática e modo de estruturação de um espectáculo, um sentido que retira a prática dramatúrgica do âmbito restrito do trabalho sobre o texto literário e coloca essa prática no amplo domínio da criação de um espectáculo. Posto isto, o workshop, através de uma componente prática, tem como objectivo compreender e experienciar o modo como estes entendimentos coexistem, bem como refletir e evidenciar os princípios básicos diferenciadores da prática dramatúrgica, que não pertence somente ao "teatro" entendido como lugar exclusivo da Palavra ou do Texto.

com Inês Nogueira
16 e 18 de maio | 14h00 às 18h00
Neste processo de formação vamos tomar consciência da nossa voz, como desenvolver a comunicação e expressão e, ainda, experimentar as suas possibilidades no relacionamento criativo para cena. Aprender a aquecer a voz preparando-se para as apresentações públicas.

com André Pires
14 e 15 de maio de 2018 | 19h30 às 23h30
Este workshop vai abordar em termos teóricos e com experiências prácticas a audição, a acústica, a amplificação e as ferramentas técnicas do som, o trabalho com som gravado e com som directo e os vários papéis do som no âmbito das artes performativas.

com Luís Miguel Cintra e Levi Martins
17 de maio de 2018 | 14h00
Será uma oportunidade para discutir a relação entre Criação e Produção a partir da experiência singular que deu origem ao mais recente espetáculo deste encenador e da companhia Mascarenhas- Martins - Um D. João Português. Que significa co-produzir com diferentes entidades? Como se gere a criação em diversos espaços? O que é criar de acordo ou em desacordo com as condições de produção? São algumas das questões que as atuais circunstancias do trabalho no teatro colocam ao ato criativo.

Alameda da Universidade
1649-004 Lisboa (ver mapa)
Metro: Cidade Universitária (linha amarela)
Carris: 731, 735, 738, 755, 764, 768
Campo Grande
1700 Lisboa (ver mapa)
Metro: Campo Grande (linha amarela/verde)
Carris: 207, 701, 717, 731, 736, 750, 755, 767, 798
Sala de ensaios do GTIST, na Secção de Folhas
Av. Rovisco Pais, Nº 1
1049-001 Lisboa (ver mapa)
Metro: Metro: Saldanha / Alameda (linha vermelha)
Carris: 712, 714, 727, 732, 738, 751, 756, 760, 724, 720, 742
Biblioteca de Marvila
Rua António Gedeão
1950-347 Lisboa (ver mapa)
Comboio: Marvila
Carris: 759, 793
Junta de Freguesia de Benfica
Avenida Gomes Pereira, 17
1549-019 Lisboa (ver mapa)
Carris: 716C, 724, 750, 784
Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro
Antigo Solar da Nora
Estr. de Telheiras 146
1600-598 Lisboa (ver mapa)
Metro: Telheiras (linha verde)
Carris: 747, 767, 778
Praça de Espanha
1050-024 Lisboa (ver mapa)
Metro: Praça de Espanha (linha azul)
Carris: 716, 726, 731, 746 e 756
TST: Praça de Espanha
Avenida das Forças Armadas
Campo Grande
1649-026 Lisboa (ver mapa)
Metro: Entrecampos e Cidade Universitária (linha amarela)
Carris: Aerobus, 701, 744, 754, 755, 783
Rua das Gaivotas, 8
1200-202 Lisboa (ver mapa)
Metro: Cais do Sodré (linha verde)
Carris: 25E, 28E, 706, 714, 727, 774
CP: Cais do Sodré e Santos (linha de Cascais)
Estrada das Laranjeiras, 211
1600-139 Lisboa (ver mapa)
Metro: Jardim Zoológico (linha azul)
Carris: 701, 726, 755, 764, 768
Todos os espetáculos são gratuitos, mas é necessário fazer reserva.
REITORIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
Núcleo de Programação Cultural e Ligação à Sociedade
E-mail: fatal@reitoria.ulisboa.pt
Até às 16h00 do dia do espetáculo.
Para os espetáculos a realizar ao fim de semana, a reserva só poderá ser realizada até às 16h00 da sexta-feira imediatamente anterior.
REITORIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
Núcleo de Programação Cultural e Ligação à Sociedade
E-mail: fatal@reitoria.ulisboa.pt